EXPOSIÇÃO // CONVERSASEXHIBITION // TALKS
Hajime Kimura
Apresentada no âmbito da 4.ª edição do Festival Analógica, na Chamusca (Ribatejo), "Surface - Modern archaeological investigation", do artista japonês Hajime Kimura, explora os limites da fotografia experimental e analógica.
Com curadoria da Procur.arte em parceria com a Tira-Olhos – Associação de Fotografia Experimental, a exposição centra-se em processos fotográficos lentos, sem câmara e experimentais. O trabalho de Kimura aprofunda o diálogo entre a realidade vivida e as técnicas de revelação artesanais, afastando-se da representação digital convencional para trabalhar diretamente com formas, texturas, cores e substratos sensoriais.
O projeto funciona como um arquivo visual contemporâneo, usando símbolos químicos e analógicos para desvendar camadas ocultas da paisagem, transformando a emulsão fotográfica num lugar de investigação arqueológica moderna.
Presented within the framework of the 4th edition of Festival Analógica in Chamusca (Ribatejo), “Surface - Modern archaeological investigation” by Japanese artist Hajime Kimura explores the boundaries of experimental and analogue photography.
Curated by Procur.arte in partnership with Tira-Olhos – Associação de Fotografia Experimental, the exhibition centers on slow, cameraless, and experimental photographic processes. Kimura’s work deepens the dialogue between lived reality and handcrafted developing techniques, shifting away from standard digital representation to work directly with shapes, textures, colors, and sensory substrates.
The project operates as a contemporary visual archive, using chemical and analogue symbols to uncover hidden layers of the landscape, turning the photographic emulsion into a site for modern archaeological inquiry.
CONVERSA//TALK//
Hoje, em Lisboa, expande-se de tantas maneiras que só um neoliberal as consegue verdadeiramente apreciar. Aqui, estendeu-se muito para além do seu propósito original. Encontrar-se a si mesmo tornou-se um pretexto para se impor — atravessar o mundoToday, in Lisbon, it expands in so many ways that only a neoliberal can truly appreciate them. Here, it has stretched far beyond its original purpose. Finding oneself has become a pretext for imposing oneself—crossing the worl